Esta é, eventualmente, a frase mais batida da cidadania portuguesa desde os imemoriais tempos. Já houve tempos em que pensar nisso era proibido. Por algum tempo a frase talvez tenha sido substituída por “eu não me meto em política”. Mas os tempos atuais (até ver) são de liberdade de expressão e hoje qualquer de nós se pode expressar para milhares ou milhões de pessoas.
Se fosse eu que mandasse … eu começaria por explicar uma coisas às pessoas. Eu faria campanhas fortes nesse sentido e tentaria mudar a mentalidade das gentes nesse sentido.
Essa coisa que eu explicaria às pessoas é que mais importante do que a liberdade de expressão é a capacidade de decisão e a capacidade de ação. Estão a ver? O mais importante é um cidadão ter capacidade de decidir sobre o que deve decidir. Se falarmos de futebol, há muitos cidadãos que têm essa capacidade de decidir no que diz respeito a se o tal jogador deve, ou não, jogar. Muito se escreve e, (o mais importante) muito se lê e se compreende. Se um cidadão adquire conhecimentos sobre um tema ele pode decidir. Se não tiver conhecimentos nenhuns, ele é incapaz de decidir. Ele pode dizer que isto é bom e aquilo é mau, da mesma forma que eu posso dizer que o melhor é para uma terra é aumentar o pH em vez de baixar o pH, se isso me for perguntado. Mas isso não quer dizer que eu saiba o que é isso e qual o fundamento para essa decisão.
Se fosse eu que mandasse … primeiro eu ia aprender a mandar. Mas não com quem hoje manda, porque uma coisa eu sei … eles também não o sabem fazer.
Depois de aprender a mandar, eu iria dizer às pessoas onde e como recolher as informações corretas. Eu iria ensinar a aprender. Tenho a certeza de que esta ideia é… surpreendente! Tenho a certeza de que quem hoje manda … e quem manda nos que mandam, não teriam interesse em que fosse eu a mandar. 🙂

1 comentário
olá Eliseu
Parabéns por o teu blog, vejo um internet marketer em potência 🙂
Um abraço